Obras de mobilidade urbana em Blumenau, como a que ocorre na Ponte Santa Catarina, na Itoupava Norte, ou nas ruas Divinópolis (Velha) e Frederico Jensen (Itoupavazinha), têm risco de paralisação total ou parcial. Isso porque as empresas que executam os serviços estão na lista das investigadas pelo Gaeco, no âmbito da Operação Ponto Final, realizada no mês de maio no município.
É o que explica o Procurador do Município de Blumenau, Éder Boron, em entrevista ao jornalista Arnaldo Zimmermann – editor do Portal O Auditório – na Rádio Clube FM 89.1, de Blumenau, nesta quarta-feira (3). Ele falou sobre como estão os acompanhamentos dos contratos das empresas investigadas nas operações, a Ponto Final (obras) e a Sentinela (guarda armada nas escolas e creches).
Boron informou que os repasses feitos pelo município às executoras das obras e serviços acabam confiscados, o que complica a gestão financeira dessas empresas, com risco de atrasarem salários de funcionários ou deixarem de comprar materiais de serviço.
O procurador cita, na entrevista, algumas das obras em andamento que correm maior risco, mas também destaca o problema de obras que ainda não iniciaram, como a da ponte do binário entre Itoupava Seca e Itoupava Norte, que deverá passar por novo processo licitatório.
No caso da Operação Sentinela, também há temores sobre a execução da fase final do contrato com a prestadora de serviços na vigilância nas unidades educacionais.
Confira os detalhes na entrevista completa no vídeo.
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