A Prefeitura de Blumenau pode retornar com os serviços do veículo inteligente, popularmente chamado de “caça-buracos”. Isso se as equipes que estão analisando as informações colhidas pelo veículo durante seus cinco meses de atividade entenderem que vale a pena a continuidade das operações.
Outro motivo para uma eventual volta do carro às ruas seria os custos do rompimento do contrato. Pelo menos é o que afirmou na última sexta-feira (12) o secretário de Serviços Urbanos, Jociel Junckes, em entrevista na Rádio Clube FM (89.1), concedida ao jornalista Arnaldo Zimmermann, editor do Portal O Auditório.
De acordo com a prefeitura, os dados já coletados desde o início das operações estariam servindo para as secretarias municipais se “orientarem” sobre as ações no município. Inicialmente, a justificativa para a suspensão do contrato era de que “o volume de informações disponíveis já é significativo”, diz o secretário.
As críticas sobre a contratação do carro partiram tanto da comunidade como de alguns vereadores. A despesa com o veículo é de R$ 136 mil por mês pagos à empresa Mapzer, de Curitiba.
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O sistema do veículo registrava situações como buracos nas vias, problemas em meio-fios e bueiros, sinalização apagada, construções irregulares e até terrenos particulares com mato avançando sobre a calçada. O carro também estava habilitado para identificar a presença de contêineres, animais de rua e outras ocorrências.
Na prática, as “vistorias” do veículo serviram mais a outras secretarias do que a de serviços urbanos, motivo principal da contratação.
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