Quarta-feira, Maio 25, 2022
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Santa Catarina tem o maior percentual de trabalhadores do país com carteira assinada

Desemprego no país nop

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Santa Catarina lidera o ranking nacional no percentual de empregados do setor privado com carteira de trabalho assinada no primeiro trimestre de 2022. Os dados foram disponibilizados nesta sexta-feira (13) pelo IBGE. O levantamento faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, realizada trimestralmente pelo instituto.

O estado apresenta um total de 88,2% de seus trabalhadores ativos com carteira assinada em empregos privados. A média do país no trimestre foi de 74,1%.

Logo após Santa Catarina (88,2%) seguem os estados de São Paulo (82,4%), Rio Grande do Sul (81,1%) e Paraná (81%). Os menores índices estão no Maranhão (47,3%), Pará (51,3%), Piauí (51,4%) e Paraíba (55,6%).

Foto: Ricardo Wolffenbuttel/Arquivo/Secom

Trabalhadores por conta própria

Já quanto ao percentual da população ocupada do país trabalhando por conta própria, os maiores percentuais ficam nas regiões norte (33,4%) e nordeste (29,8%). A taxa nacional foi de 26,5%. As Unidades da Federação com os maiores percentuais foram Amapá (35,9%), Amazonas (35,7%) e Pará (34,6%) e os menores, Distrito Federal (19,4%), Mato Grosso do Sul (22,3%) e São Paulo (23,6%). Em Santa Catarina esse percentual é de 25,5%.

Desempregados

Quanto aos percentuais em relação a desempregados, a taxa de desocupação do país no 1° trimestre de 2022 foi de 11,1%, ficando estável em relação ao 4º trimestre de 2021, que também foi de 11,1%. Em relação ao trimestre anterior (outubro a dezembro de 2021) houve uma diminuição de 3,8% (desocupação era de 14,9%).

As maiores taxas de desocupação no país foram as da Bahia (17,6%), de Pernambuco (17,0%) e Rio de Janeiro (14,9%) e as menores, de Santa Catarina (4,5%), Mato Grosso (5,3%) e Mato Grosso do Sul (6,5%).

A taxa de desocupação por sexo foi de 9,1% para os homens e 13,7% para as mulheres no 1° trimestre de 2022. Já a taxa de desocupação por cor ou raça ficou abaixo da média nacional para os brancos (8,9%) e acima para os pretos (13,3%) e pardos (12,9%).

A taxa de desocupação para as pessoas com ensino médio incompleto (18,3%) foi maior que as taxas dos demais níveis de instrução. Para as pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi 11,9%, mais que o dobro da verificada para o nível superior completo (5,6%).

Rendimento

O rendimento médio real mensal habitual foi estimado em R$ 2.548, um aumento de 1,5% em relação ao 4º trimestre de 2021 (R$ 2.510) e uma redução de 8,7% frente ao 1º trimestre de 2021 (R$ 2.789). Na comparação entre o 4º trimestre de 2021, somente as Regiões Norte (R$ 1.985) e Sudeste (R$ 2.875) tiveram expansão significativa. Já em relação ao 1º trimestre de 2021, a Região Norte ficou estável e as demais regiões apresentaram queda do rendimento médio.

Veja a pesquisa completa no site do IBGE aqui.

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