Terça-feira, Junho 18, 2024
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Blumenau, Pomerode e Indaial estão entre os municípios com menores taxas de analfabetismo do Brasil

A taxa de analfabetismo caiu de 9,6% para 7,0% em 12 anos no país, segundo o IBGE

Blumenau, Pomerode e Indaial, no Médio Vale do Itajaí, estão entre os municípios com as menores taxas de analfabetismo do Brasil. A informação é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou nesta sexta-feira (17), os dados do Censo Demográfico 2022 Alfabetização – Resultados do Universo.

Os números de 2022 mostram que a taxa de alfabetização no Brasil chegou a 93%, contra os 90,4% no Censo de 2010. Isso significa que em todo o país são 151,5 milhões dos 163 milhões de moradores com 15 anos ou mais de idade que sabiam ler e escrever um bilhete simples. Outros 11,4 milhões não sabiam em 2022.

Dos municípios brasileiros com as menores taxas de analfabetismo, o destaque é para São João do Oeste, em Santa Catarina, com apenas 0,9%, o menor índice do país. Entre as cidades catarinenses, Rio Fortuna também integra a lista das 5 menores taxas entre os municípios com menos de 10 mil habitantes.

Já entre os municípios com população entre 10 mil e 50 mil habitantes, Pomerode é a terceira colocada nacional no ranking de alfabetização, com apenas 1,4% da população considerada analfabeta. Nos municípios entre 50 mil e 100 mil habitantes, há três catarinenses no top 5: São Bento do Sul, com 1,7%, Itapema, com 1,9%, e Indaial, com apenas 2% dos moradores sem alfabetização.

Blumenau faz parte do topo da lista dos municípios com população entre 100 mil e 500 mil habitantes com melhor alfabetização. A cidade tem apenas 1,4% de taxa de analfabetismo, índice próximo a outras catarinenses, como Balneário Camboriú (1,2%) e Jaraguá do Sul (1,4%).

Considerando os municípios com mais de 500 mil habitantes, Florianópolis (1,4%) e Joinville (1,6%) também estão no topo do ranking nacional.

Santa Catarina tem os melhores índices

Entre as unidades da federação, as maiores taxa de alfabetização foram registradas em Santa Catarina, com 97,3% (ou 2,7% de analfabetismo), e no Distrito Federal, com 97,2%, e as menores, em Alagoas, com 82,3%, e no Piauí, com 82,8%. Veja o gráfico:

O tema é investigado desde o primeiro Censo do país em 1872. Em 1940, menos da metade da população (44,0%) era alfabetizada. Veja no gráfico abaixo como ocorreu a evolução da alfabetização no Brasil nas últimas décadas:

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Arnaldo Zimmermann
Arnaldo Zimmermann é jornalista (Mtb 0005946/SC), com graduação, mestrado e doutorado em Jornalismo. Também possui graduação em Letras e especialização em Administração em Publicidade e Propaganda. É professor universitário desde 2001 e profissional de diversos veículos de comunicação do Vale do Itajaí desde 1985.
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